A metodologia de atuação da Rede Mobilize foi construída a partir da prática concreta nos territórios e da escuta ativa das comunidades. Desde sua origem, a Rede compreende que o combate à pobreza exige mais do que ações emergenciais ou assistenciais: é preciso atuar nas causas estruturais que perpetuam desigualdades históricas e restringem o acesso aos direitos básicos.
Dois Eixos Complementares
Execução de projetos que garantem acesso a direitos básicos como alimentação, educação, saúde, cultura, moradia, trabalho e cidadania.
Programa de Incubação Social que capacita, orienta e acompanha entidades sem fins lucrativos, fortalecendo sua gestão, autonomia política e impacto social.
Abordagem Territorial
Nosso trabalho é guiado por uma abordagem territorial, dialógica, participativa e crítica, inspirada na pedagogia de Paulo Freire e nas ferramentas da educação popular.
Instrumentos de Escuta
- • Visitas domiciliares
- • Rodas de conversa
- • Diagnósticos comunitários
- • Oficinas participativas
- • Ficha de Cadastramento Familiar
- • Relatórios de visita social
Princípios
- • Respeito à cultura local
- • Tempo das comunidades
- • Formas próprias de organização
- • Construção participativa
- • Maior adesão e sustentabilidade
Trilha das Entidades
Gestão
Administrativa e financeira
Projetos
Elaboração e execução
Direitos Humanos
Formação e advocacy
Comunicação
Comunitária
Políticas Públicas
Articulação em redes
Participação
Política e social
Três Pilares Metodológicos
Diálogo
Toda construção parte de relações horizontais e circulares, onde todas as vozes são ouvidas com respeito e legitimidade.
Escuta Ativa
Mais do que ouvir, buscamos compreender os sentidos que as comunidades atribuem às suas realidades e necessidades.
Participação Social
Toda ação é construída com a comunidade, nunca para ela. O povo é protagonista na identificação dos problemas e criação das soluções.
Uma Prática Viva
A metodologia da Mobilize é uma prática viva, construída com base na realidade concreta dos territórios, com os pés fincados na comunidade e os olhos voltados para a transformação estrutural. É um caminho coletivo de enfrentamento à pobreza, de fortalecimento da autonomia dos sujeitos e de ampliação do acesso a uma vida digna, justa e plena.




















